Que o HURSO abraça todas as campanhas da saúde muita gente sabe e no mês de dezembro não poderia ser diferente. Durante os dias 18 e 19 do mês, a equipe de humanização da Unidade promoveu uma ação voltada para toda a sociedade, levando em consideração que dia 2 de dezembro também é comemorado o Dia Pan-Americano de Saúde e, no dia 9, comemora-se o Dia da Fonoaudiologia.

A Fonoaudiologia é uma área que desempenha um papel muito importante, principalmente dentro dos hospitais; porém, não são todos que conhecem e alguns nunca tiveram acesso a um fonoaudiólogo. “É muito importante que as pessoas saibam o que fazemos. Nós temos 11 áreas de atuação. Poder orientar as pessoas e tirar dúvidas foi bem legal”, explicou Deusimar Sinestro, fonoaudióloga.

Fonoaudiologia e saúde no Dezembro Vermelho

Durante o evento também foram disponibilizados 300 testes rápidos de HIV, teste de glicemia capilar, exames de aferição de pressão arterial e uma fonoaudióloga esteve disponível para tirar dúvidas. Também foram distribuídos preservativos e panfletos informativos sobre os dois temas, HIV e Fonoaudiologia.

“Foi uma ação voltada para a comunidade, para informar, principalmente sobre HIV que ainda é um tabu na nossa sociedade. Foi muito importante falarmos à respeito e ter esse contato direto com as pessoas”, comentou Denner Rodrigues, assistente administrativo e principal responsável pela ação.

A importância do cuidado com a saúde

A ONU criou a campanha do Dezembro Vermelho em 1987. O projeto foi adotado pelo Ministério da Saúde no Brasil no ano de 1988. Apesar da evolução nas formas de tratamento e prevenção, a AIDS continua sendo uma preocupação para os brasileiros.

O Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) divulgou que, só no Brasil, 15 mil pessoas morreram em decorrência do vírus HIV em 2015. O Programa também apontou um aumento de 18,5% das pessoas que vivem com a doença em apenas 5 anos no País.

“A gente precisa pensar não só na saúde dos nossos pacientes, mas de toda a população. É necessário conscientizar. AIDS não tem cura, mas tem tratamento. Quanto mais cedo descobrir, melhor”, explicou Lilian Gomes, enfermeira.

Durante toda a ação, as pessoas puderam tirar suas dúvidas de uma maneira mais informal e foi notória a desinibição de cada um ao consultar. “Achei de uma grande importância. Gostei bastante”, elogiou a professora Pamela Franco.

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