Em comemoração ao Dia Mundial da Segurança do Paciente, 17 de setembro, o Hospital Estadual de Urgências da Região Sudoeste (HURSO) promoveu uma palestra com Thaisa Afonso e o Núcleo de Segurança do Paciente (NSP). Foram apresentadas dicas de como manter o paciente seguro e fazer ele se sentir assim.

Lilian Gomes, enfermeira do trabalho e professora da turma de enfermagem do Instituto Albert Einstein, achou interessante seus alunos participarem da palestra. “Eu achei importante eles terem uma visão de como deve ser o cuidado com o paciente, de forma segura e humanizada, aprimorando seus conhecimentos na área em que atuarão”, explicou.

A estudante de enfermagem Bruna Neves destacou a importância da palestra. “Na área que vamos trabalhar todo cuidado é pouco. Um simples erro pode gerar uma morte e nos conscientizar disso é importante”, disse. A palestrante Thaisa Afonso, reforçou que “é necessário lutar, correr atrás, disseminar conhecimento e ir em busca das melhorias em nossa instituição. O paciente não é só um paciente, ele é o amor de alguém, e devemos tratá-lo como tal”.

Dia Mundial da Segurança do Paciente

O Brasil tem o Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), criado para melhorar o cuidado com pacientes e profissionais nas unidades de saúde. O tema é de grande importância e, por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu a data 17 de setembro como o Dia Mundial de Segurança do Paciente.

A data foi destaca este ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para a promoção de uma campanha com o objetivo de alertar para a importância da assistência segura. A mensagem é uma convocação para todos, gestores, profissionais de saúde, pacientes, familiares e cuidadores: Vamos Lutar pela Segurança do Paciente.

Milhões de pacientes são prejudicados por cuidados de saúde não seguros no mundo, resultando em 2,6 milhões de mortes por ano em países de baixa e média renda. A maior parte desses óbitos é evitável. O impacto pessoal, social e econômico do dano ao paciente leva a perdas de trilhões de dólares no mundo. Os erros mais prejudiciais estão relacionados ao diagnóstico, prescrição e uso de medicamentos.

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