Por menor que sejam os riscos de incêndios, as ações preventivas são importantíssimas, pois até empresas com atividades das mais pacatas e burocráticas possíveis, estão sujeitas a essas emergências. Por isso, o Hospital Estadual de Urgências da Região Sudoeste (HURSO), em Santa Helena, promoveu um treinamento para preparar novos brigadistas.

“Eu como brigadista tenho como principal objetivo proteger os pacientes e colaboradores em caso de incêndio”, comentou Lilian Gomes, enfermeira do trabalho. De  21 a 23 de maio, os colaboradores participaram de um treinamento sobre focos de incêndio; como combatê-los; qual extintor usar e quando os bombeiros devem ser acionados.

Já na parte prática puderam colocar a “mão na massa” e mostrar tudo o que aprenderam. “O treinamento da brigada de incêndio foi realizado com objetivo de preparar a equipe em relação a teoria e a prática do plano de emergência”, explicou Muriel Peter, engenheiro da segurança do trabalho.

A importância do treinamento

De acordo com a NR-23 as empresas que estão obrigadas a ter brigada de incêndio são aquelas que possuem mais de 20 colaboradores. Contudo, a NR-23 não determina quantas pessoas serão empregadas em cada tipo de empresa, o cálculo fica a critério da legislação estadual. “Por mais que seja uma norma, o que realmente importa é a segurança das pessoas que estão no Hospital. Por isso, estamos preparando muito bem nossa equipe de brigada de incêndio”, contou Muriel.

O treinamento tem como objetivo preparar os colaboradores para atuarem em situações emergenciais; operando equipamentos de combate a incêndios; auxiliando no plano de abandono; identificando produtos perigosos e reconhecendo seus riscos ou prestando os primeiros socorros; visando preservar a vida e o patrimônio.

“Ele é composto pela formação de equipes preparadas e instruídas para realizar ações rápidas, afim de garantir a segurança das pessoas que estejam nas proximidades. Os colaboradores tiveram a noção de processos e comportamento do fogo, conheceram as técnicas básicas de combate, utilizando de maneira correta ferramentas e equipamentos a serem usados no combate ao fogo, bem como a noção de primeiros socorros e a correta utilização de equipamentos de proteção individual”, relatou Rogério Lopes, brigadista.

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