Dr. Roberval Gonzales de Miranda é o mais novo membro da diretoria do Hospital Estadual de Urgências da Região Sudoeste (HURSO), em Santa Helena de Goiás.  Com experiência de 30 anos na área de direção clínica, atuou como diretor em vários hospitais do Brasil, inclusive no Hospital de Salvador, em 1999, e no Hospital Roberto Santos, o maior no estado da Bahia.

Durante reunião com os supervisores dos vários setores do Hospital, Dr. Roberval manifestou sua vontade em dar continuidade ao trabalho que já vem sendo feito desde que o Instituto Brasileiro de Gestão Hospitalar (IBGH) passou a gerenciar o local. “Eu percebi que a equipe do HURSO tem os mesmos ideais e expectativas que eu. Isso me motiva a continuar o trabalho que vem sendo feito”, ressaltou. “Minha maior expectativa é me integrar bem com a comunidade e participar dos cuidados da saúde”, destacou.

Ele ainda conta que o maior desafio será se integrar a atividade que se propôs. “Conhecer as rotinas e o corpo clínico, porque eu gosto de interagir, fazer uma gestão participativa de verdade”, ressaltou. Roberval se comprometeu a estudar os pontos a serem melhorados para que a Unidade possa oferecer um atendimento cada vez melhor e mais humanizado.

 

Trajetória

Doutor Roberval Gonzales de Miranda é graduado em Medicina e têm especialização em gastroenterologia (especialidade médica que se ocupa do estudo, diagnóstico e tratamento clínico das doenças do aparelho digestivo. Também é habilitado em ultrassonografia pelo Colégio Brasileiro de Radiologia. Quando começou a se interessar pela gestão hospitalar, se graduou em Administração.

Formou em Medicina no ano de 1979 e atuou como médico até 1986, quando começou a exercer a função de gestor. Já foi diretor de plano de saúde, de hospitais, serviço de urgência e emergência móvel, gestor de organizações sociais e conselheiro de medicina.

Segundo revelou, escolheu seguir o caminho da administração pois sempre achou interessante a área de gestão. “É nessa área em que se trabalha com as linhas de atuação de várias instituições. Com isso, a gente consegue trabalhar a funcionalidade para que o sistema dê melhores resultados”, explicou. Ele ainda contou que na gestão ele se sente mais desafiado a enxergar o paciente além do que ele é. “Hoje eu me sinto tão médico quanto qualquer outro médico. A diferença é que não atuo com um estetoscópio ou um bisturi. A gestão é que faz toda uma coordenação para que os outros médicos possam atuar de uma melhor forma”, concluiu.

 

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